Actualidad de la investigación de mercados online

PRODUTOS LEGENDÁRIOS: O OLIVETTI PROGRAMMA 101

Escrito por Carlos Ochoa el 14 de abril 2016

Leer el artículo completo

Lançar um produto é uma coisa assim como a hora da verdade de uma empresa, o momento de se enfrentar ao inconstante consumidor, e que pode mudar o rumo do acontecer de muitos projetos, seja para o bem ou para o mal.

A história empresarial está repleta de grandes relatos sobre pioneiros que lançaram novos produtos que acabaram revolucionando o mundo. Mas não são tão famosas as histórias dos grandes fracassos, e ainda muito menos a dos produtos inexpressivos que, sem ser um grande fracasso, passaram sem glória pelo mercado.

Iniciamos com este post uma série dedicada a pessoas que carregam sobre si o peso dessa responsabilidade dentro uma empresa: os product managers. Assim sendo, iremos oferecer uma série de histórias inspiradoras que revelam os fatos que caracterizaram lançamentos de sucesso e lançamento falidos; são histórias humanas, que vão além muito do mundo do marketing.

Achei conveniente começar com a história de um grande produto, esquecido nos tempos de hoje. Um produto que revolucionou a sociedade e que foi lançado nas mais difíceis condições possíveis: a história do Olivetti Programma 101.

programma101-uk

 

Os computadores dos anos 60

Primeiro é preciso que nos coloquemos na situação. Estamos nos anos 60. Os primeiros computadores tinham aparecido durante a Segunda Guerra Mundial para a realização de cálculos balísticos e a decodificação de mensagens encriptadas. Essa ideia tinha dado lugar a uma indústria nos anos 50-60 dominada por empresas norte-americanas. Era a indústria dos grandes computadores que ocupavam salas inteiras com armários repletos de componentes. A IBM era a referência no setor.

ibmsage

 

Os computadores eram uma coisa extremamente distante do consumidor comum e causavam inclusive um certo temor. As histórias de ficção científica daquela época costumavam falar de poderosos computadores que seriam capazes de controlar algum dia as vidas das pessoas (e talvez não estivessem muito enganadas).

(más…)

Share on LinkedInTweet about this on TwitterShare on FacebookShare on Google+Email this to someone
Categoría: brasil | netquest | Netquest Brasil | Online Research | Sin categoría Trackback | No hay comentarios

5 conselhos para recrutar participantes em comunidades online

Escrito por Ferran Savín el 1 de abril 2016

Leer el artículo completo

No campo das Comunidades Online é bastante comum nos encontrarmos com projetos que não tenham mais de 100 participantes e uma duração de não mais de seis meses. Na verdade, a grande maioria de nossas comunidades têm uma duração de menos de 15 dias e uma média de 50 participantes cadastrados.

Nesse tipo de comunidades, o recrutamento é ativo. Ao contrário do recrutamento passivo, os usuários não se cadastram na comunidade de forma “casual”, mas são especificamente convidados a participar e devidamente informados sobre a meta que se pretende atingir com a realização da pesquisa.

Sem dúvida alguma, o recrutamento para projetos qualitativos é uma questão complexa que ainda precisa de uma profunda pesquisa metodológica. De todas formas, temos procurado detectar alguns dos problemas com os quais o setor se encontra:

O primeiro conselho que queremos dar a todos vocês é que o recrutamento deve ser realizado através de um painel, cujo foco seja a retenção de seus membros e que aposte pela qualidade. Desta forma, os problemas indicados no ponto referente à subestimação do recrutamento serão maioritariamente resolvidos.

Com um painel de qualidade, além de se poder contar com um sistema de incentivos poderoso, cria-se também um ambiente onde o participante recebe uma atenção constante, sabendo que sua privacidade e segurança estão garantidas em todo o momento.

Se seguimos o primeiro conselho, podem surgir em nossa mente perguntas como: Como poderei captar o participante correto?, ou: Um bom respondedor de pesquisas de opinião é um bom participante em uma comunidade online?

Agora vamos imaginar que temos dois candidatos para participar em uma comunidade. O primeiro se chama Juan, é de Bogotá, trabalha em um banco, é casado, tem dois filhos, e é membro de um painel. Além disso, mostrou ter interesse em participar em uma comunidade online. Por outro lado, temos o Alfonso, que tem exatamente o mesmo perfil que o Juan. Nesta situação, devemos nos perguntar se os dois serão bons participantes em uma comunidade de pesquisa online.

E a resposta é: não necessariamente. Enquanto em uma pesquisa de opinião, é essencial o critério da representatividade, o que procuramos em um participante de uma comunidade é que ele seja alguém com ideias e facilidade de comunicação, que goste de se expressar de forma racional e também emocional, e que sinta interesse em debater e partilhar suas opiniões com outras pessoas.

Por este motivo, o segundo conselho é que vocês acrescentem perguntas abertas na pesquisa de opinião de recrutamento que permitam analisar qual participante é o mais adequado para participar na comunidade. Não só é preciso garantir que os participantes se adequam aos perfis requeridos pelo target, mas também que sejam capazes de responder extensa e razoavelmente às perguntas abertas que pretendemos fazer-lhes sobre o tema de nosso estudo.

O terceiro conselho crucial é a comunicação:

img_1

Quarto conselho. A pesquisa de opinião de recrutamento deve ser breve e clara. O objetivo principal é explicar bem as condições do projeto e descobrir se eles estão interessados em participar ou não. Se vocês utilizam um painel que contém uma ampla informação de perfil como é o caso do nosso, devem utilizar essa informação para detectar o target correto.

Quinto e último conselho. A plataforma digital deve estar integrada com a base de dados para que, no momento em que um participante receba um convite, possa acessar à comunidade sem necessidade de se cadastrar. São muito importantes os primeiros minutos de vida de uma comunidade para garantir que o participante se comprometa com o projeto, qualquer inconveniente que ele perceba pode ser um bom motivo para abandonar o projeto.

 

E com essa última entrega, terminamos os posts sobre Comunidades Online. Esperamos que tenha sido de muita utilidade!

Share on LinkedInTweet about this on TwitterShare on FacebookShare on Google+Email this to someone
Categoría: netquest | Online Research Trackback | No hay comentarios

5 consejos para reclutar participantes para comunidades online

Escrito por Ferran Savín el 1 de abril 2016

Leer el artículo completo

En el campo de las Comunidades Online de Investigación lo más común es que nos encontremos con proyectos de no más de 100 participantes y de una duración no superior a seis meses. De hecho, la gran mayoría de nuestras comunidades tienen una duración inferior a 15  días y una media de 50 participantes registrados.

En esta tipología de comunidades el reclutamiento es activo. A diferencia del reclutamiento pasivo, los usuarios no se registran a la comunidad de forma “casual”, sino que son invitados específicamente a participar y se les informa del objetivo que persigue la investigación.

Sin lugar a dudas el reclutamiento para proyectos cualitativos es una cuestión compleja que todavía requiere de una profunda investigación metodológica. De todas formas hemos intentando detectar algunos de los problemas con los que se encuentra el sector:

El primer consejo que os damos es que el reclutamiento se realice a través de un panel que tenga como foco la retención de sus miembros y que apueste por la calidad. De esta forma, los problemas expuestos en el punto de la infravaloración del reclutamiento quedan mayormente solventados.

Con un panel de calidad, aparte de disponer de un sistema de incentivos potente, se genera un entorno donde el participante dispone de atención constante, y sabe que su privacidad y seguridad están garantizadas en todo momento.

Si seguimos el primer consejo, nos pueden surgir preguntas como: ¿Cómo podemos captar el participante correcto? o ¿Un buen respondiente de encuestas es un buen participante en una comunidad online?

Imaginemos que disponemos de dos candidatos para participar en una  comunidad, el primero se llama Juan, es de Bogotá, trabaja en un banco, está casado, tiene dos hijos y es miembro de un panel. Además, ha mostrado interés en participar en una comunidad online. Por el otro lado tenemos a Alfonso, que tiene exactamente el mismo perfil que Juan. En esta situación es pertinente preguntarse si los dos serán buenos participantes para una comunidad online de investigación.

Y la respuesta es que no necesariamente. Mientras que en una encuesta prima el criterio de la representatividad, lo que buscamos en un participante de una comunidad es que sea alguien con ideas y facilidad de palabra, que le guste expresarse atendiendo a razones y sentimientos, y que le interese debatir y compartir opiniones con otras personas.

Por este motivo, el segundo consejo es que añadáis en la encuesta de reclutamiento preguntas abiertas que permitan analizar qué participante puede ser el óptimo para la comunidad. No sólo debemos garantizar que cumplen con los perfiles necesarios del target, sino que tenemos que asegurar que responden amplia y razonadamente a las preguntas abiertas que les formulemos sobre el tema de nuestro estudio.

El tercer consejo crucial es la comunicación:

img_1

 

Cuarto consejo. La encuesta de reclutamiento debe ser corta y clara. El objetivo principal es explicar bien las condiciones del proyecto y descubrir si están interesados en participar o no. Si utilizáis un panel que dispone de amplia información de perfil como el nuestro, usar esta información para detectar el target correcto.

Quinto y último consejo, la plataforma digital debe estar integrada con la base de datos para que en el momento en que un participante reciba una invitación pueda acceder a la comunidad sin necesidad de registrarse. Son muy importantes los primeros minutos de vida de la comunidad  para asegurar que el participante se comprometa con el proyecto, cualquier inconveniente que se encuentre será un buen aliciente para abandonar el proyecto.

 

Y con esta última entrega cerramos nuestros posts sobre Comunidades Online. ¡Esperamos que os hayan sido de mucha utilidad!

 

Share on LinkedInTweet about this on TwitterShare on FacebookShare on Google+Email this to someone
Categoría: Artículos | Comunidades | Destacados | Encuestas Online | Formación | Herramientas | Investigacion de Mercados | netquest | Online Research | Paneles Online | Recomendamos | Sin categoría Trackback | No hay comentarios

O participante no centro de nossa Comunidade

Escrito por Sandra Ortigosa el 24 de marzo 2016

Leer el artículo completo

O participante no centro de nossa Comunidade

Depois de termos apresentado o novo serviço de Comunidades Online da Netquest, parece ser que tudo já está pronto: a plataforma, as perguntas que guiarão nossa pesquisa, o script… Vamos começar então? Oh, ainda não, espere um momentinho…

Acho que estamos nos esquecendo da peça-chave do sucesso em nossa Comunidade: as pessoas que nela vão participar. Como recrutá-las, motivá-las e incentivá-las pode ser a fórmula mágica para garantir altos níveis de participação e de relevância nos dados obtidos. Além disso, oferecendo um ambiente conhecido e de confiança para os participantes seremos capazes de afiançar ainda mais o sucesso do projeto. Nesse post vamos lhes dar algumas pistas de como conseguir isso.

 

O início da Comunidade deve ser como um bom manual de instruções: um guia rápido sobre o que vamos solicitar a nossos convidados e como precisamos que eles participem. Além disso, as primeiras atividades na Comunidade podem ser também uma forma de aquecimento: nesse ponto, um fator decisivo é reconhecer publicamente e de forma positiva as respostas de cada participante e o debate que se produz. O feedback constante às contribuições dos participantes vai assegurar um bom clima de participação e o compromisso deles com o resto do projeto. Todos nós gostamos de ser reconhecidos por um trabalho bem feito e, se esse reconhecimento for dado no próprio fórum (ou em nosso fórum online), será ainda muito melhor.

Um dos comentários mais frequentes entre os participantes em Comunidades Online* é sobre o interesse produzido pelos temas tratados na Comunidade e saber qual é o objetivo dos estudos:

Gostaria que vocês partilhassem as conclusões do estudo já que, para mim, o assunto é muito interessante e atual. J.M., 38 anos, Medellin.

Senti falta de informação sobre o projeto. A., 30 anos, Madri.

Seria uma boa opção receber um feedback das pessoas que realizaram o blogue. L.E., 46 anos, Bons Ares.

 

As opiniões dos participantes não são colocadas num saco sem fundo; servem para que tomemos decisões sobre projetos reais: temos que fazer os participantes saberem disso!

 

castellers

 

 

O participante está no centro dessa reflexão. Mas temos que deixar de chamá-lo assim: ele é uma pessoa e pode ser nosso colega de trabalho ou mesmo nosso vizinho do quinto andar. A pergunta que sempre deve guiar a preparação de atividades voltadas para uma Comunidade é: Eu participaria nesse debate que estou preparando se eu estivesse no lugar deles? Se a resposta for não, é óbvio que vai acontecer a mesma coisa com eles, e as taxas de queda de participação serão importantes. Assim sendo, temos que pensar em atividades mais atraentes que os façam sentir que podem contribuir mais, mesmo em tarefas mais curtas e específicas. Esse é um apontamento recorrente no feedback dos participantes em Comunidades:

 

A proposta é interessante. Mas muitas perguntas eram parecidas e podiam ter sido associadas a um mesmo tema e não serem apresentadas em temas diferentes perguntando quase a mesma coisa. D., 32 anos, Bogotá.

Queria que a redação das perguntas fosse mais simples. S., 48 anos, Rosario.

 

Outro erro que não devemos ter é a comunicação excessiva: temos comprovado que somente com um e-mail recordativo por dia (e não mais) conseguimos taxas de participação elevadas. Vejamos o que um participante disse sobre isso no encerramento de uma Comunidade:

 

Foi legal! Mas no começo o moderador enviou muitos e-mails pedindo que fizéssemos mais comentários; não gostei disso porque eu já estava disposto a entrar no debate e ficava parecendo uma cobrança. V.A., 25 anos, Medellin.

Temos que aproveitar a vantagem que essa ferramenta de participação assincrônica nos oferece: cada pessoa pode participar no momento do dia que preferir, temos que relaxar e confiar em que vão participar. Se nossa proposta é relevante para os participantes e, além disso, oferecemos um incentivo proporcional ao investimento de tempo e esforço, o sucesso de nossa Comunidade está garantido.

 

Acho que é pertinente que os participantes queiram conhecer nossa opinião sobre projetos desse tipo, isto é, com capacidade de afetar a população, antes de participar neles. Isso deveria ocorrer também com outros tipos de projetos. L., 36 anos, Bilbao.

 

 

* Dados obtidos em pesquisas de opinião realizadas pela Netquest feitas a pessoas que participaram em Comunidades Online.

Share on LinkedInTweet about this on TwitterShare on FacebookShare on Google+Email this to someone
Categoría: netquest | Netquest Brasil | Online Research | Sin categoría Trackback | No hay comentarios

Tecnologia para comunidades online. O que devemos considerar?

Escrito por Ferran Savín el 21 de marzo 2016

Leer el artículo completo

Dos três artigos que realizaremos sobre Comunidades Online de Pesquisa, o primeiro está centrado na tecnologia necessária para realizar esse tipo de projeto.

Queremos lembrá-los de que nós, os pesquisadores de mercados, temos a obrigação de ficar sempre atentos às mudanças tecnológicas para podermos desenvolver novas metodologias e obtermos melhores insights para nossos clientes. As mudanças tecnológicas podem oferecer melhorias no processo (maior eficiência), melhorias na qualidade do dado, ou podem comportar a criação de metodologias totalmente novas.

As Comunidades de Online Pesquisa não são novas, mas atualmente sua utilização está experimentando um forte crescimento devido, em grande medida, à melhoria da tecnologia utilizada.

A tecnologia aplicada às comunidades online forma parte do que se conhece como Social Software. O Social Software é um conjunto de programas informáticos que favorecem a integração de pessoas e informação visando implementar um trabalho colaborativo entre usuários. Com os avanços da última década observados na Web 2.0 e na Social Media, ocorreu uma autêntica revolução no uso dos Social Softwares.

O uso massivo dos softwares sociais não está restringido às redes sociais, tendo-se infiltrado fortemente no âmbito da gestão empresarial e na sociedade da informação.

Qualquer software social deve:

1_imatge

Seja qual for o âmbito de aplicação, uma tecnologia de Social Software deve permitir escutar o diálogo natural de seus membros.

Como deve ser a tecnologia ideal para uma comunidade online de pesquisa?

Podemos utilizar mídias sociais para coletar dados únicos que não poderiam ser obtidos com nenhuma outra técnica existente. Mas, para isso, necessitamos de uma tecnologia focada exclusivamente na pesquisa.

Esta tecnologia é uma ferramenta de participação assincrônica, isto é, os participantes não têm de estar conectados ao mesmo tempo para poderem realizar as atividades. Portanto, não são plataformas pensadas para realizar grupos focais, chats ou entrevistas em profundidade.

(más…)

Share on LinkedInTweet about this on TwitterShare on FacebookShare on Google+Email this to someone
Categoría: netquest | Netquest Brasil | Online Research Trackback | No hay comentarios

¡Asiste gratis al webinar de Netquest & Esomar!

Escrito por Ruth Alonso el 23 de octubre 2014

Leer el artículo completo

Hoy te invitamos a participar en el webinar “Medición observacional” que vamos a llevar a cabo con ESOMAR. Este seminario online se va a realizar el próximo 30 de octubre a las 17h hora España (consulta la hora que será en tu país aquí).

post_webinar_esomar

En este webinar, descubrirás qué herramientas necesitas para llevar a cabo un proyecto de medición observacional y te explicaremos un caso de éxito. Además, haremos especial hincapié en la privacidad de los datos recogidos.

Esta conferencia online va dirigida a aquellos investigadores que quieran conocer la tecnología más avanzada de recolección de datos y emprender nuevos retos con sus clientes y será presentada por:

Pepe Tomás

Pepe Tomàs

Responsable Global de Operaciones, Netquest

Carlos Ochoa

Carlos Ochoa

Director de Marketing,
Netquest

 

Regístrate ahora gratuitamente y recuerda ¡el webinar está abierto a todo el mundo!

button_webinar_esomar

Si quieres saber más sobre el webinar puedes enviarnos un email a marketing@netquest.com.

Share on LinkedInTweet about this on TwitterShare on FacebookShare on Google+Email this to someone
Categoría: esomar | Eventos | Herramientas Trackback | No hay comentarios

Apple vs Samsung, que decida un conjoint

Escrito por Ferran Savín el 15 de octubre 2014

Leer el artículo completo

Probablemente habéis oído hablar del litigio entre Apple y Samsung a raíz de una demanda de la empresa fundada por Steve Jobs. Según la demanda, Samsung habría violado las patentes de algunas tecnologías empleadas en sus iPhone y iPad. Los daños y perjuicios reclamados por Apple ascendían a más 2.000 millones de dólares. Pero, ¿de dónde sacó Apple esta cifra? ¿cómo es posible evaluar qué habría sucedido en el mercado si Samsung no dispusiese de esas prestaciones? ¿es posible medir de forma objetiva algo así?

samsung contra apple

Por lo que se ha sabido durante el jucio, la evaluación de daños de Apple se fundamentó en un análisis conjointLa finalidad de un análisis conjoint es determinar qué aceptación va a tener por parte del consumidor una combinación de atributos de un producto. Para ello, un conjoint evalúa el valor o utilidad que el consumidor otorga a cada atributo. Y lo hace sin tener que preguntar directamente por los mismos, sólo a través de comparaciones de productos. Esta metodología ha acreditado mayor fiabilidad que los estudios convencionales en la evaluación de la importancia real que una prestación de un producto tiene en la decisión de compra de un consumidor.

La capacidad de predecir el comportamiento del consumidor convierte a los estudios conjoint en una potente herramienta para valorar situaciones hipotéticas. En el caso concreto del juicio Apple vs Samsung, el objetivo era medir cómo los consumidores valoraban las características de Apple y qué cuota de mercado había perdido por el supuesto plagio de Samsung. Para evaluar la importancia de las prestaciones plagiadas, se realizaron dos estudios online con una muestra de 507 encuestados con teléfonos móviles y otros 459 con Tablet.

 

Y ¿cuál fue el resultado?

El resultado del estudio conjoint llevado a cabo por el Profesor Hauser determinó que los consumidores estaban dispuestos a gastar entre 32$ y 102$ adicionales por las prestaciones en litigio. Evidentemente, Samsung contraatacó con otro estudio conjoint donde definía otro tipo de atributos de sus productos, no valorados en el primer estudio, como por ejemplo la duración de la batería. Esta historia ilustra perfectamente una de las fortalezas de los análisis conjoint: la obtención de resultados cuantificables y fiables.

 

Usos del conjoint

El análisis conjoint es una técnica conocida desde hace décadas, que vive una segunda juventud gracias a su uso a través de encuestas online y al incremento de la capacidad de proceso de los ordenadores para abordar análisis más sofisticados.

Hay innumerables firmas que están utilizando esta técnica para diseñar productos. Por ejemplo:

La técnica de análisis conjoint cuenta con la confianza de prestigiosos investigadores porque es (1) fiable, ya que obtiene datos mediante simulaciones realistas de situaciones cotidianas de compra, en las cuales el respondiente es forzado a priorizar unas prestaciones renunciando a otras, (2) discrimina, margina mejor la importancia de los atributos de un producto o servicio, y (3) permite simular nuevos productos y calcular cuotas de mercado, entre otras grandes virtudes.

Si el análisis conjoint no goza de mayor popularidad se debe a que es percibido por el investigador como una técnica altamente compleja. En gran medida, es cierto. Los modelos estadísticos que emplea son sofisticados. Pero una vez se obtienen los resultados del modelo (lo que se conoce como utilidades), las posibilidades de análisis y simulación de escenarios son casi ilimitadas. Y la parte positiva es que interpretar y emplear las utilidades está al alcance de cualquier investigador.

Atendiendo al interés que despiertan estos estudios, en Netquest hemos empezado a ofrecer a investigadores profesionales un servicio conjoint que permite ejecutar este tipo de estudios sin necesidad de adquirir software especializado, ni tener un conocimiento técnico del funcionamiento de los algoritmos ni de las técnicas estadísticas propias del conjoint.

Os animamos a que deis el salto a esta metodología. Para ayudaros, en los próximos días iremos publicando una serie de 10 post-tutoriales en los que explicaremos cada uno de los elementos a tener en cuenta para desarrollar tu propio estudio conjoint.

Share on LinkedInTweet about this on TwitterShare on FacebookShare on Google+Email this to someone
Categoría: Herramientas | Innovación | Investigacion de Mercados Trackback | No hay comentarios

CATI y CAWI ¿la pareja perfecta?

Escrito por Ruth Alonso el 25 de junio 2014

Leer el artículo completo

Hoy os queremos presentar los resultados de un experimento metodológico que hemos realizado junto a GESOP. El estudio tenía el objetivo de ver hasta qué punto es viable llevar a cabo un proyecto de investigación utilizando dos métodos de recolección de datos simultáneos: CATI y CAWI.

Os dejamos ahora con el artículo que GESOP ha publicado en su blog para presentar las conclusiones de este experimento:

En las próximas líneas nos proponemos compartir el experimento metodológico realizado por GESOP, en colaboración con Netquest, con el objetivo de evaluar la viabilidad de utilizar simultáneamente más de un método de recogida de la información en estudios cuantitativos de carácter social y/o político. En concreto, hemos querido comprobar la viabilidad de combinar la metodología on-line y la telefónica para la obtención de una única muestra representativa de la población, manteniendo en todo momento la calidad de los resultados obtenidos. […]

Desde hace tiempo, GESOP viene observando una dificultad creciente para contactar con determinados segmentos de población a través del teléfono fijo, como consecuencia del lento pero progresivo descenso de la presencia de este dispositivo en los hogares de nuestro país. Esta tendencia a la baja del teléfono fijo se está produciendo a la vez que crece de forma imparable el uso de Internet. Todo parece indicar, además, que ambas tendencias se dan a velocidades diferentes según la edad de los individuos. Así, muchos jóvenes se desprenden del fijo cuando se independizan, pero prácticamente todos ellos disponen de acceso a Internet y utilizan la red con frecuencia. En cambio, entre los individuos de más edad se sigue manteniendo el teléfono fijo en el hogar, pero el uso de Internet todavía no es general, sobre todo a partir de los 65 años. De hecho, entre los mayores, el acceso a la red todavía está muy determinado por la capacidad económica y el nivel de estudios de los individuos.

INTvsTELF_castINTvsTELF_cast

Así pues, a partir de la experiencia adquirida a lo largo de los años por GESOP en la planificación y realización de trabajo de campo a través de diferentes métodos, se ha formulado la hipótesis de que la combinación del teléfono e Internet para la realización de encuestas de opinión permitiría un acceso más fácil, más rápido e igual o más representativo que el uso exclusivo de uno de los dos métodos en solitario. Se trataría, pues, de realizar encuestas por Internet para llegar a los segmentos de población más jóvenes, entre los que el fijo cada vez está menos generalizado, y continuar utilizando el teléfono para aquellos segmentos de población de más edad, entre los que la disponibilidad de fijo en el hogar todavía es habitual. En definitiva, el objetivo es acercarnos a cada segmento de población a través del método que nos garantice un mejor acceso al mismo.

El experimento ha consistido, pues, en la realización de un mismo estudio por dos vías diferentes, para terminar comparando los resultados de las dos muestras recogidas: una totalmente realizada por teléfono y la otra obtenida en parte por teléfono y en parte por internet. Puede verse el detalle del análisis realizado en este documento, que explica la metodología desarrollada, así como el detalle de los resultados obtenidos en cada una de las variables tanto por una vía como por la otra.

La prueba realizada permite concluir que la combinación de ambas metodologías en estudios de carácter político o de opinión es factible. Prácticamente no se observan diferencias significativas entre los resultados obtenidos a través de una técnica y de la otra y las existentes no son estrictamente atribuibles al método de recogida de la información utilizado. Además, se ha conseguido llegar de forma más eficaz y eficiente a los diferentes segmentos de la población objeto de estudio, utilizando en cada caso la metodología que asegura un menor sesgo en la muestra resultante. Evidentemente, las conclusiones de esta primera prueba deben ser confirmadas en futuras investigaciones, pero señalan la viabilidad de ir introduciendo la metodología online en el ámbito de los estudios sociales y de opinión pública, manteniendo el rigor y la calidad de los resultados obtenidos.

Share on LinkedInTweet about this on TwitterShare on FacebookShare on Google+Email this to someone
Categoría: Barcelona | Encuestas Online | españa | estadisticas | internet | Investigacion de Mercados | netquest | sesgo Trackback | Comentarios (2)

Why Does Colombia interest your clients?

Escrito por Ruth Alonso el 20 de junio 2014

Leer el artículo completo

[ENG]

We know you were expecting us to talk about Brazil… But we’d better point your attention on Colombia!

Over the past few years, Colombia has undergone a remarkable transformation, making great strides in restoring security and stability, and advancing policies that have led to significant social progress and economic growth.

colombia_ok

In the upcoming months, you will find an increasing interest from your clients in Colombia. Let us share some bits of information with you:

Netquest in Colombia

Netquest has a local office in Bogotá, Colombia, responsible of the expansion of the panel and its local adaption through a down-to-earth recruitment and proper profiling. Hence, the Netquest Colombian panel, managed under the ISO norm principles, is renowned to be the best profiled and most responsive one.

colombia_data_eng

separacion

[ESP]

Sabemos que estás esperando que te hablemos de Brasil… ¡Pero preferimos que pongas tu atención en Colombia!

Durante los últimos años, Colombia ha experimentado una notable transformación, haciendo grandes progresos en restablecer su seguridad y estabilidad y avanzando en sus políticas. Esto, ha llevado al país a sufrir un significante progreso social y crecimiento económico.

colombia_ok

 

En los próximos meses, verás un creciente interés de tus clientes por Colombia. Déjanos compartir contigo algunos datos:

Netquest en Colombia

Netquest tiene una oficina local en Bogotá, Colombia, responsable de la expansión del panel: de reclutar a panelistas según la realidad social del país y de perfilar adecuadamente. Por lo tanto, el panel colombiano de Netquest, gestionado bajo los estándares de la ISO, es reconocido como uno de los más bien perfilados y con mayor tasa de respuesta.

 colombia_data

Share on LinkedInTweet about this on TwitterShare on FacebookShare on Google+Email this to someone
Categoría: Artículos | Investigacion de Mercados | LATAM Trackback | No hay comentarios

Cuenta atrás para la 3ª Jornada Netquest México 22/05

Escrito por Laura Serlavós el 19 de mayo 2014

Leer el artículo completo

¡Ven a la 3ª Jornada Netquest México!

El próximo jueves 22 de mayo celebraremos en México DF la 3ª Jornada Netquest México. El evento tendrá lugar en el Hotel St.Regis empezando a las 16h y terminando a las 21h con un cóctel.

Invitación_jornada_MX

La investigación online ya hace años que ha despegado y cada vez está cobrando un papel más relevante en la industria. Esta migración ha ido acompañada, no sólo de nuevos avances tecnológicos y de nuevas herramientas para la investigación, sino también de una adaptación de los profesionales a los rápidos cambios sociales generados por la tecnología.

La tendencia hacia el uso de dispositivos móviles como principal fuente de acceso a internet, la necesidad de conocer y entender el comportamiento del consumidor en el ámbito online y el aumento del ritmo de vida general sólo son ejemplos de los nuevos escenarios que se están creando en la investigación de mercados. Es un hecho irrefutable que la tecnología está generando nuevas oportunidades para la investigación, pero ¿son todas buenas noticias?

Esto y mucho más es lo que debatiremos el próximo jueves en la 3ª Jornada Netquest México dónde hablaremos en un foro abierto con diferentes personalidades del sector acerca de lo que está sucediendo en la industria, cómo las nuevas tecnologías están impactando y hacia dónde estamos yendo.

boton_registrate

¿Te lo vas a perder?

¡Regístrate gratuitamente* haciendo click aquí!

*Coste normal del evento $1500 si no te registras con anterioridad

Share on LinkedInTweet about this on TwitterShare on FacebookShare on Google+Email this to someone
Categoría: Formación | internet | Investigacion de Mercados | LATAM | mexico | moviles | netquest | Paneles Online Trackback | No hay comentarios